Lá eu destaquei tudo o que os tradicionalistas mais ferrenhos já colocaram sobre o feito acontecido em 1948 onde liderou o velho e conhecido Paixão Cortes, meu vizinho aqui na praia, mas agora refletindo mais sobre o assunto, me ponho a pensar sobre o simbolismo do fogo.
Destaca Sandro Dennis, em seu site http://circulocubico.wordpress.com/2008/05/16/o-simbolismo-do-fogo-atravs-do-tempo-culturas-e-religioes/)
A origem da sociedade humana, como a conhecemos atualmente, ocorreu a partir do momento em que o Homem passou a dominar o fogo. Antes do domínio do fogo, o Homem vivia de maneira similar às demais espécies animais, com uma incipiente capacidade de comunicação e com uma pequena organização social – reflexos de um intelecto pouco desenvolvido. A partir do domínio do fogo o cérebro humano desenvolveu-se abruptamente, proporcionando um salto qualitativo na nossa vida.
A partir desta afirmativa, o fato de terem retirado uma centelha da pira da Pátria, e levado para o Colégio Julio de Castilhos, Paixão e os seus companheiros estavam acordando para o verdadeiro significado do tradicionalismo, na verdade querendo que os demais jovens de sua época ao invés de debocharem dos populares interioramos que se punham a usar as vestes caracteríscas do Rio Grande, deixando de lado o americanismo que se fazia sentir no Brasil inteiro, por força das regras ditadas pelos estados unidenses ao mundo, evoluíssem como a afirmativa acima.
Eu imagino que eles não pensaram assim.
Nós é que teremos de pensar a partir de agora.
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